
“Lobisomem”, de Leigh Whannell, estreia no Brasil como uma releitura moderna do clássico da Universal
Por Sandro Felix
Publicado em 18/01/25 às 17:52
O cineasta Leigh Whannell, famoso por revitalizar o cinema de terror em filmes como “O Homem Invisível”, lançou sua nova produção, “Lobisomem”, que chegou aos cinemas brasileiros em 16 de janeiro de 2025. O longa apresenta uma releitura moderna do clássico monstro da Universal, estrelado por Christopher Abbott e Julia Garner, em uma história que mescla horror e drama familiar.
A trama segue Blake Lovell (Abbott), que herda a casa do pai desaparecido no interior do Oregon. Em busca de reaproximar-se da esposa Charlotte (Garner) e da filha Ginger (Matilda Firth), ele decide se mudar para o local, acreditando que o isolamento trará paz à família. Porém, eventos perturbadores logo transformam o refúgio em um cenário de medo, à medida que uma criatura sombria começa a ameaçá-los.
Horror psicológico e técnica refinada marcam a produção
“Lobisomem” se destaca por priorizar efeitos práticos em vez de CGI, uma escolha de Whannell para homenagear clássicos do gênero, como “Um Lobisomem Americano em Londres”. Essa abordagem aumenta a autenticidade visual das cenas, especialmente as impactantes transformações do protagonista em lobisomem.
As locações, filmadas na Nova Zelândia, recriam com fidelidade o cenário rural e isolado do Oregon, amplificando a sensação de vulnerabilidade dos personagens. Além do visual, o filme mergulha em questões emocionais, como o impacto do isolamento e a dificuldade de enfrentar traumas, trazendo profundidade ao enredo.
Com atuações marcantes de Christopher Abbott e Julia Garner, e a jovem Matilda Firth cativando em seu papel, “Lobisomem” já atraiu o público brasileiro às salas de cinema. Leigh Whannell entrega um filme que vai além dos sustos, equilibrando o terror clássico com reflexões contemporâneas, garantindo uma experiência que ressoa emocionalmente com os espectadores.

